O que visitar

Museu Nacional

Roça do Rio do Ouro hoje chamada de Agostinho Neto

Actualmente e requalificado o Forte São Sebastião é sediado o Museu Nacional de São Tomé e Príncipe. Além do próprio forte colonial, o visitante poderá apreciar aspectos da história e da cultura do país (por exemplo, através de antigas fotografias das famílias), nomeadamente da escravidão e da vida quotidiana nas plantações de cacau e de café, base económica do arquipélago.

Créditos: http://viagemastomeprincipe.blogspot.pt

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    Descobridores
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    Canhões
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    Vista Praia PM
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    Interior do Museu

Pouscada Bombaim

Roça Bombaim
Um refúgio na floresta tropical, ponto de passagem de roteiros pedestres que atravessam o Parque ôbo de São Tomé. Situada no limite do Parque Ôbo de São Tomé, a quase 5 km da Cidade da Trindade, a pousada surgiu da recuperação cuidada das ruínas da antiga casa de administração da Roça Bombaim. A pousada possui 9 quartos. Os jardins circundantes proporcionam momentos agradáveis de lazer e tranquilidade.

Biblioteca Nacional

Biblioteca Nacional de São Tomé e Príncipe

Até 1975, ano em que ocorreu a independência nacional, a principal biblioteca de São Tomé e Príncipe era a da Câmara Municipal de São Tomé, cujo acervo comportava obras dos mais diversos domínios, avaliando-se em 3.500 o número de títulos e em 5.000 o número de exemplares.

Com a instalação de novos serviços no edifício da antiga Câmara Municipal, essa biblioteca foi-se degradando progressivamente, quer em termos de serviços prestados ao público, quer em termos de conservação do seu acervo, o que acabou por levar à sua desactivação completa, deixando um grande vazio, sobretudo tendo em conta constrangimentos decorrentes da inexistência de um parque editorial e da dificuldade da importação de livros.

Durante um período considerável, São Tomé e Príncipe foi um estado independente sem uma única biblioteca em funcionamento, lacuna entretanto preenchida em parte com a instalação da Sala de Leitura Francisco José Tenreiro na capital, São Tomé, e que foi mantida durante mais de uma década com o estatuto de única biblioteca pública existente no país.

As bibliotecas itinerantes, oferecidas às ilhas pela Fundação Calouste Gulbenkian em 2000, desempenharam um papel de extrema importância nessa fase de grande carência de livros. Sendo um serviço regular, oferecido a muitas comunidades, constitui ainda hoje a única possibilidade de contacto dessas comunidades com a leitura e o livro.

A partir da década de 1990, graças ao apoio de parceiros internacionais, quer no âmbito da geminação estabelecida entre a autarquia são-tomense e autarquias locais portuguesas, quer no âmbito da cooperação bilateral entre os dois países, foram surgindo bibliotecas nas capitais dos distritos.

A Biblioteca da Assembleia Nacional surgiu em 1994. A sua colecção inicial foi composta por parte do acervo da antiga Biblioteca Municipal de São Tomé.

A ausência de uma biblioteca pública, tecnicamente bem equipada, despertou as consciências e a opinião pública no sentido da construção de um edifício especificamente para esse efeito, tendo-se sensibilizado o Governo e o Presidente da República de então.

Foi necessário esperar até Maio de 2002 para, enfim, se construir e inaugurar o edifício da Biblioteca Nacional de São Tomé, construído de raiz, com o financiamento da República Popular da China. O moderno edifício constituído por algumas salas de leitura, sala de conferências e salas temáticas alberga também a sala de literatura Francisco José Tenreiro.

Roça do Rio do Ouro hoje chamada de Agostinho Neto

Roça do Rio do Ouro hoje chamada de Agostinho Neto
A roça organiza-se através da artéria principal que é fortemente marcada pelo imponente hospital, implantado na extremidade mais elevada, bem como pelos terreiros e socalcos que acompanham o declive. Na era colonial era esta roça que possuia o sistema ferroviário do arquipélago, a partir do qual se estabelecia a ligação e o abastecimento entre as suas dependências e o porto na Roça Fernão Dias. Fonte:dw.de

Pico Cão Grande

Pico Cão Grande
Resulta de uma erupção vulcânica muito antiga com 663 metros de altitude, uma das referências paisagísticas do sul de S. Tomé. Apesar de não dispor de elevada altitude ao contrário de outros picos, o Cão Grande é o que oferece maiores dificuldades quando se pretende escalá-lo. Quem tiver o singular privilégio de visualizar esta rara "pedra preciosa" certamente ficará repleto de variadíssimas e agradáveis sensações.

Lagoa Azul

Lagoa Azul
A lagoa azul, encontra-se no norte da ilha de São Tomé, entre Guadalupe e Neves, é um local único no mundo e obrigatório visitar neste arquipélago, As águas azuis da pequena baía dão uma imagem de destaque na paisagem. Um local para os amantes da pesca submarina. Foto Crédito: Bernado Conde & Bruno Correia
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Marco do Equador

Pico Cão Grande
A linha imaginária do Equador que separa os hemisférios atravessa o ilhéu das Rolas no sul de S. Tomé, fenómeno de grande interesse e que atrai muitos visitantes que para ali se deslocam com o objectivo de apreciar esta raridade da humanidade. Para muitos, esta é a oportunidade singular para se colocar de uma só vez entre os dois hemisférios do Globo.

Praia Jalé

Praia Jalé

A Praia Jalé é uma praia do Arquipélago de São Tomé e Príncipe, localiza-se a Sul da ilha de São Tomé entre o Ilhéu Jalé e a Praia da Piscina frente ao local de Porto Alegre.

A Praia Jalé é protegida no âmbito do Programa de Pratecção das Tartarugas Marinhas. De setembro a abril, os guardas de praia patrulham a noite para marcar as tartarugas e supervisar a desova. Convidamos os visitantes do Jalé a acompanhar-los para ver este espectáculo da natureza.

Boca do Inferno

Praia Jalé

A Boca do Inferno é um pequeno canal que foi erodido pelo mar numa massa de rocha basáltica originária numa das muitas erupções vulcânicas que formaram a ilha. Devido à sua forma peculiar e à maneira como as ondas são canalizadas num crescendo de espuma ganhou o nome e a fama de sítio perigoso, associado ao demónio. A lenda que associa este lugar à Roça de Agua-Izé assenta exactamente na maldade, pois dizem que um dos antigos proprietários era tão mau, que quando partia de férias não ia de barco, montava a cavalo e desaparecia pela Boca do Inferno. O seu nome perdeu-se no tempo, mas da fama não escapou.

Imagem: Guia Turistico de São Tomé e Príncipe