Cultura

O tchiloli é considerado por muitos, uma das manifestações artísticas mais representativas e de maior valor criativo existente nas ilhas. Teatro de rua, habitualmente representado nas festas religiosas, o tchiloli ou tragédia Marquês de Mãntua, cujo argumento reporta a corte medieval europeia – Imperador Carlos Magno e o Marquês de Mântua, encena um dilema moral extremo: um pai, o Imperador Carlos Magno é confrontado com um filho homicida e é dilacerado pelo conflito entre deveres paternais privados e os deveres da justiça pública, a cena pode demorar entre cinco a seis horas.

São Tome e Príncipe foi desde cedo uma importante encruzilhada no Oceano Atlântico, africanos de várias origens, portugueses deixaram as suas marcas no que é hoje a cultura são-tomense. Apesar da sua origem miscigenada, o são-tomense é caracterizado como povo pacífico, cortês e muito hospitaleiro.
Os aspectos marcantes podem ser observados nos ritmos, pinturas, arquitectura, danças, teatro, gastronomia e no quotidiano da população onde a fé cristã está omnipresente na cultura do povo através da veneração de santos padroeiros das diversas igrejas e ermidas existentes no Arquipélago